Notei neste exato momento que nós, seres humanos, somos egoístas.
Principalmente quando a juventude aflora, nos tornamos nossos próprios universos: Recaímos sobre alguma extensão do ser infinito, cheios de desejos insaciáveis e inadiáveis.
Queremos tudo, mesmo que o tudo seja ridículo, e queremos agora.
E o tempo não pára. E a vida jamais espera nossas realizações para acontecer.
Hoje, há gente morrendo e nascendo. Há gente com frio e com fome.
Há seres humanos como nós também desejando tudo.
Bem como outros, que vislumbram apenas um pouco de comida
Ou respirar por mais um dia.
Alguém realmente liga para isso, ou todos só continuam recaindo sobre sí?
(...)
Quantos sorrisos colocamos nos lábios de alguém hoje?
Quanto sorrisos poderíamos ter colocado se a lamúria e tristeza não nos visassem?
Quantos 'tudo' realmente valem a pena serem conquistados e destes, quantos ajudaremos a alcançar?
(...)
Devemos ter em mente, seres humanos, que, ao atenuar a dor alheia, prevenimos a nossa. E que humanidade não vêm com o nascimento. E que o amor alicerça todas as coisas.
Então, após tudo isso, continuaremos recaindo sobre nós mesmos?

Nenhum comentário:
Postar um comentário