Powered By Blogger

domingo, 27 de junho de 2010

Política

O espírito indagador é inerente à espécie humana. O fato de questionarmos nossa origem, sentido de existência e o que nos aguarda futuramente, transforma a realidade em um grande livro a ser lido.
Não refletir, portanto, é cometer um grande crime à sociedade e a sí próprio pois, ao fazê-lo, concepções possivelmente úteis deixam de ser formuladas e jogam o homem no mesmo patamar de reles animais. A Razão é nosso diferencial.
Seguindo nesse raciocínio, o mais indecoroso e perverso ato que se pode praticar a uma pessoa atenderia pelo nome de " A proibição do pensar".
Na maioria das vezes, ele não é feito por coerção, entretanto, ainda considero-o como violência- e das piores-pois negar a ferramenta da dádiva reflexiva entre sorrisos e cinismos dissimulados é tão repugnante quanto matar alguém. É guiar o corpo alheio ao bel prazer. Seria, enfim, o assassinato de um humano propriamente dito.
A exemplo disso, tomo o povo brasileiro como modelo. Governantes inescrupulosos alienam toda uma massa com promessas e políticagem barata; Os princípios democráticos substituidos por alguns trocados e continuamos rindo de tudo. Até enquanto nos roubam -Afinal, quem não pensa, aceita a realidade imposta.
A cura do câncer, a formulação de uma nova corrente filosófica ou o simples fato de escrever um livro dependem, em grande parte, da sua dedicação à mente, lógica e pensamentos, além de teimosia e força de vontade. Se você tiver isso, pode ter certeza que aquele extraordinário brilho em meio à escuridão é seu futuro. Todo seu

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Agradecimentos.

Cometi uma grande injustiça ao dedicar minhas palavras à coisas tão supérfluas em vez de dedicar à Ela, que me fez feliz por diversas manhãs, tardes e noites. Ela, a qual conhece o melhor e o pior de mim.
Amanda R., essa é para você:
"Talvez ainda não tenha conseguido decifrar teus olhos, mas sei o quanto eles são importantes para mim.
És responsável por tudo que me cativou, pois simplesmente foste a dona e senhora de uma meiguice explêndida - a qual tenho sorte de ser agraciado (quase) todos os dias.
Além disso, cada simples gesto teu, seja ele um sorriso ou abraço, aliado ao bom humor, me valeram horas. As piores tornaram se melhores, de um jeito que você consegue fazer como poucos que conheço.

Não quero me ver longe de ti. A amizade construída em tão curto intervalo formou alicerces fortes e resistentes ao mais implacável dos inimigos. O tempo.
Os bons momentos ao seu lado, as risadas dadas, as notas escritas no caderno e o desenho feito na última folha de minha pasta estão devidamente guardados. Arquivados no coração, tudo que é posto lá, nunca morre.
É um pedacinho seu que não importa a distância, estará comigo em 2, 4 ou 10 anos.
Você, meu bem, assim como a implacável dúzia de verdadeiros amigos, entrou na (minha curta) história e sinto me perfeitamente à vontade de falar isso (sem quaisquer moderações) : Eu te amo, e agradeço por iluminar os dias.
Não me esquecerei de você."



domingo, 20 de junho de 2010

Filosofia da noite

Entre uns e outros copos de bebida, consigo formular certos pensamentos interessantes.
O grande problema é que, por minha irresponsabilidade, talvez, acabo esquecendo de eternizá-los em uma folha de papel ou página da internet, e assim eles acabam se perdendo para sempre.
Hoje, por mais que minha reflexão não seja algo genial, resolvi postar no blog. Ninguém sabe quando precisarei dela.
"Talvez a única vantagem de se seguir sozinho seja o fato de só ter de conhecer a sí próprio"

Pensamentos são como mulheres. Acredite, é sempre bom ter uma reserva.
Não queira saber a falta que tais coisas fazem.
A escassez de idéias, bem como a escassez de moças é simplesmente triste, pois o instinto acaba dominando a razão.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Observação do Autor.

Os textos permeados de lirismo não fazem o meu tipo, Sério. Entretanto, a qualidade dos clientes define a qualidade do produto;
Lido com poetas da vida e por isso preciso saber escrever com os sentimentos à flor da pele para comprar meu pão de cada dia.
Se querem ler política, filosofia ou coisas muito mais úteis, espero que deem uma olhada:
O conteúdo é excelente e desce como um bom vinho. Aviso dado!

Plantas...

Durante minhas tardes de segundas e sextas escrevo. Não no blog, mas em um um lugar extremamente amável. A oficina de redação pode me oferecer conhecimentos, uma cadeira confortável e um ambiente necessário para as idéias fluírem.
Além disso, adoro os paceiros que fiz e ainda faço por lá. Uma dessas pessoas é a Amanda. Ela foi escolhida pra falar sobre amor, e a proposta era fazer uma carta de resposta à ela.
Eu comecei assim:
Querida Amanda,
Ao ouvir seu tocante parecer sobre o amor, sucedeu me compartilhar minhas sinceras opiniões sobre tal sentimento e suas consequências. Ultimamente, já que não tenho escrito sobre outra coisa, "pegarei esse gancho".
Segundo Luiz de Camões, Amor é fogo que arde sem se ver, e segundo outro autor -O qual tristemente não lembro o nome- esse sentimento poderia ser uma flor, uma colher ou um bife. Posso lhe dizer que fico no meio das duas definições, entre um e outro.
Minhas experiências de vida defendem a tese de que o Amor é, paradoxalmente, simples e sofisticado, porém nunca apenas uma dessas coisas. É poeta e bárbaro, suave e arrebatador, enfim, incomensurável.
Cabe a mim dizer também que ele é como uma planta que cresce conforme o terreno no qual foi plantada, isto é, se houver um bom clima, o seu amor pode se tornar uma bela flor Miosotis. Se o terreno for maltratado, entretanto, tenha em mente que aquela futura planta carnívora comerá seu coração.
Amanda, lembre se de que isso foi apenas um ensaio de idéias que desenvolvi durante minha curta existência. Não espero- E nem desejo- que sigas veementemente o que lhe escrevi. Se a humanidade, em mais de dois mil anos, não conseguiu explicar esse sentimento, acho improvável minha explicação ser seguida inconteste dentro de um modo de vida.
Atenciosamente, ***********


segunda-feira, 14 de junho de 2010

Confissões

Tenho que admitir minha total fraqueza perante ao sexo feminino. Seus enormes desejos pelo lirismo exacerbado -Na maioria das vezes- me obriga aos exageros dignos de um Byroniano. Se uma mulher dissesse a mim "Quero poesia em minha vida", eu acabaria afogando a com quartetos e tercetos. Seria um chato!

sábado, 12 de junho de 2010

O dia doze é especial; As flores chegam em todos os narizes, as musicas românticas bailam nas cabeças...enfim.
E nessa data tão especial só tenho um único pedido: Me expliquem o porquê de noventa por cento das pessoas que eu conheço estão na frente do computador agora. Sério.
Há um sol poente lá fora. Será que só eu percebi isso? Estamos falando indiretamente de amor. Era pra ser real.



Era pra ser. Ah droga.
É real.
Assim como...O homem na lua, presidente negro nos estados unidos e brancos morando no Soweto. Isso.



...





A verdade é que o dia dos namorados marca mais os solteiros do que os próprios namorados. Até a categoria de amantes está anos luz a frente dos pombinhos.

Você, sim, você, sabe muito bem disso. Aquele negócio todo de noite dos solteiros e seu amigo dançando porre naquele dia doze está fresco na sua mente.
E a garota que foi tão sem vergonha ao te jogar na parede? aquilo é dia doze, meu bem.
Dia doze das putarias, das festas a Dionísio, dos bacanais romanos. Das lágrimas e dos socos desferidos contra o muro.
É a mágica dessa data.
Não vi pássaros cantarem mais, nem me senti demasiadamente inspirado. Acordei e tomei meu café como um rei. Rí das putas, dos nerds, da vida. E saí mais leve ao fim da tarde.
Como um verdadeiro solteiro deveria fazer.
O mundo não pára, nem para o amor. Viva sua vida e seja seu melhor namorado.
Acho que é tudo que posso dizer.




quinta-feira, 3 de junho de 2010

Meu quati chamado Paraty ๏̯͡๏)


Eu sempre tive muitos animais aqui por casa. Mas um, em toda história da biodiversidade de meu magnífico quintal, me chamou mais atenção.
Era um Quati chamado paraty. Uns chamam esquilo, outros gambá. Eu chamo Quati, pra rimar mesmo. Paraty, o Quati.
Na verdade, o nome dele nem era esse, mas quando o recebi de presente do capitão do mato houve um vazio de criatividade. Dessa forma, Sucedeu me chamá-lo da última frase que ouvira.
"Para tu..."
Paratu era pouco estilístico, então fiz uma ligeira adaptação léxico-fonética.
-Paraty, o quati. Perfeito.


Entretanto, a história é do animal, e não do nome dele.

...Continuando. Ele foi o bicho que mais me chamou atenção, pois tinha uma afetividade para comigo.
Quando eu sumia na névoa, em direção as bebidas, ele me esperava até a manhã seguinte, e ai de mim se não aparecesse.
Não raras foram as vezes que fui acordado no meio da calçada com Paraty jogando nozes em minhas temporas. Ele se preocupava com minha saúde e bem estar. Afinal, se a ressaca me abatesse, as escrituras sairiam ruins o suficiente para eu não poder comprar nossa comida.
Foram bons os dias que Paraty passou ao meu lado. As manhãs ensolaradas, com ele brincando entre as gramíneas são imagens que descansam em um canto alvo de minha mente. E mais alvo ainda, e mais recente também, foi quando ele salvou minha vida.
Em uma noite chuvosa, eu caminhava pelos cantos desérticos da cidade velha, voltando da boemia belenense.
E sim, já tinha em mente que Paraty deveria estar furioso comigo, mas necessitava espairecer meio a sacanagem noturna; Foi um dia difícil.
Continuei caminhando até o alcool apertar minha cabeça fortemente. Dobrei na primeira esquina que meus pés acharam, chutando todas as caixas de papelão possíveis.
As duas horas, eu já tinha chegado na presidente vargas, quando de repente vi lançar sob minha frente um mendigo muito mais alcolizado que minha pessoa.
Ele carregava uma barra de ferro, se me lembro bem. E gritava demasiadamente: "Filha da puta, cadê minha caixa de papelão?"
Eu, sinceramente, mal sabia o que fazer. Ele alçava veloz em minha direção.
Calculei que a única forma de sobrevivência possível seria correr. Essa idéia, mais breve que um sopro, foi a última que tive antes de Paraty salvar minha vida.
O Quati, vindo das trevas, com suas asinhas abertas, varou no olho do mendigo. A Barra de ferro ricocheteava no ar.
Paraty me deu o tempo suficiente para fugir.
Desde então, nunca mais o vi. Uns dizem que ele foi encontrado morto, no mesmo lugar de sua ultima aparição, entretanto, prefiro acreditar que ele está no mais alto panteão de heróis que o mundo pode oferecer.
Essa é uma história verídica, Do Quati Paraty.










Lesbianismo

Há alguns anos, era comum ver garotos insinuando sobre a sexualidade homo de seus amiguinhos. Contudo, entre meninas esse tipo de brincadeira sempre foi pouco frequente. Quer dizer, sempre não, hoje já conseguimos notar a globalização veicular através dos continentes muito mais que conhecimentos uteis. Certa vez, quando andava pelo Shopping, pude contemplar uma conversa memorável:

-Ai, Ju, tu viu a Megan fox no filme "A garota infernal"?
-Vi sim. O que tem ela?
-Ela não tava linda?
-TU É LÉSBICA?!
-Ahn?
-Eu perguntei se tu és lésbica.
-Ah, fala sério, Ju. Tás de brincadeira né?
-Primeiro me responde.
-Ah, Ju, sou lésbica sim...
-Sério?
-Sério, e a primeira que eu vou comer vai ser a tua mãe.
...
Ainda preciso comentar mais alguma coisa? Esse mundo está perdido. E essa conversa vai ficar presa na minha memória por muitos anos. É sinal do apocalipse chegando, gente!