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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Tenho um amigo chamado João. E não é pseudônimo, não. É João de João mesmo.
Ter conhecido ele foi como chegar em um banheiro com a bexiga a ponto de estourar. Foi Aliviante, algo de extrema utilidade para mim, pois não raro estou com vontade de matar alguns pobres seres.



Não queiram me ver puto. Sério.

Há dias que o cão domina a gente. Isso é fato.
Uns tempos atrás, para relaxar, muitos camaradas me aconselharam escrever, tomar maracujina ou entrar para uma igreja e coisas do Gênero. Fiquei com a primeira opção. E aí que entra o João, meio que pra rimar com a história que conto a vocês.
Escrever é como fazer sexo.Quem já fez dificilmente vai querer fazer sozinho de novo. É assim com a vida, com as palavras e com quase tudo nesse universo.
João é a minha cobaia -Nas escrituras, não no sexo, porra. Tudo que eu produzo tem de passar por ele. Como em um teste de qualidade. Se o menino não ri, tenho a prova concreta do fracasso do texto. Se ele diz "publica", publico.
Esse artigo vai pra João, uma dedicatória, afinal, muitas pessoas poderiam ter cometido o suicídio ao ler qualquer uma das minhas pérolas rejeitadas com escárnio por ele.
Espero que leia, esse texto não passou por você, camarada.


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